iNOVA TS entrevista o arquiteto Francisco Rocha sobre a obra do protótipo de Canuanã-TO.

iNOVA TS: Por que escolheu esta área?

Francisco: Arquitetura é a forma de pensar o conjunto da solução, vê-la edificada com solidez, utilidade e beleza. Sendo uma ciência tão abrangente que alia razão e arte, se torna assim uma paixão.

iNOVA TS: Quantos anos trabalhando nesta área?

Francisco: Durante o Ensino Médio, fiz um Curso Técnico em Design que me levou a trabalhar como estagiário dentro de um escritório de arquitetura. Dali em diante, fui apenas mergulhando mais a fundo. Cursei Arquitetura, fiz pós-graduação em Gestão de Projetos e, hoje, estou finalizando o mestrado em Arquitetura.

iNOVA TS: Quando entrou na iNOVA TS?

Francisco: Entrei na iNOVA TS no início de 2020, com a proposta da empresa de iniciar um novo setor de projetos para fazer a gestão e começar a traçar novos desafios.

iNOVA TS: Especifique a gestão da obra do protótipo de Canuanã-TO.

Francisco: Quando veio até mim, a proposta de construir um protótipo em tamanho real para definição de toda metodologia construtiva da nova fase do projeto da Fundação Bradesco Canuanã-TO me pareceu incrível. Com o projeto ainda em fase de estudos, a vontade do cliente em utilizar uma construção nada convencional foi de grande importância para iNOVA TS fazer todos os testes.

O primeiro desafio foi entender junto à equipe de arquitetura o sistema construtivo de uma alvenaria aramada, autoportante, para construir o que seria uma espécie de muro-muxarabi. A ideia era que este servisse de condutor da água da cobertura até as biovaletas de sua base.

Nosso desafio começou quando os engenheiros calculistas apontaram que seria quase impossível enquadrar esta estrutura nas normas técnicas brasileiras. No entanto, existem algumas referências deste tipo de construção no mundo. Um exemplo é o célebre arquiteto uruguaio Eladio Dieste.

Com o desafio proposto, foi bacana ver toda equipe da iNOVA TS dedicada em fazer acontecer. Foram meses de aprendizados para nós e também para o cliente, que pôde entender, sentir e fazer as devidas alterações para que a obra do tamanho e apego emocional, que é Canuanã, atendesse a todas as expectativas.

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